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PF vai à casa de presidente de mesa que sumiu e provocou atraso na votação
Caso ocorreu em Campo Grande; em Três Lagoas, outra mesária atrasou e atrapalhou início
| MARTA FERREIRA DE JESUS E BRUNA MELO / CAMPO GRANDE NEWS
A Polícia Federal chegou a ser chamada para ir até a casa de uma presidente de mesa em Campo Grande, que não apareceu com a urna eletrônica para dar início à votação neste domingo (25) na escola José Paniago, no Jardim Itamaracá. Em Três Lagoas, na Costa Leste, a mesária que coordenaria os trabalhos em uma das seções também se atrasou, mas pelo menos apareceu.
As duas situações, segundo o TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul), provocaram atraso de pelo menos meia hora para o começo da votação nas seções envolvidas.
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Em Campo Grande, a mesária faltante foi levada para a delegacia para apuração de possível crime, previsto o artigo 339 do Código Eleitoral. O dispositivo trata da 'destruição, supressão ou ocultação de urna com votos ou documentos relativos à eleição, com pena de dois a seis anos de reclusão, além de multa'. O caso foi confirmado pelo TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul), que também informou outra ocorrência envolvendo uma presidente de seção em Três Lagoas. Nas duas cidades, os cartórios eleitorais providenciaram urnas eletrônicas substitutas antes da formação de filas maiores.
“A presidente de seção teve problemas com o veículo e com o celular, o que dificultou a comunicação com a Justiça Eleitoral. Assim que conseguiu ajuda, ela se dirigiu ao Cartório Eleitoral para esclarecer a situação', informou a Justiça Eleitoral.

