Mãe atípica relata dificuldade para acessar saúde e explica porque apoia Carlos Bernardo

Pontaporanense conta que há mais de dez anos busca atendimento e assistência para a filha e afirma que propostas voltadas à saúde foram decisivas para sua escolha

| INFORMATIVOMS / ASSESSORIA


Foto reprodução

Há mais de dez anos, a rotina de Nadia Rossi é marcada pela busca por atendimento de saúde, assistência social e uma rede de apoio capaz de atender às necessidades de sua filha. Pontaporanense e mãe atípica de uma menina de 10 anos, ela diz que a dificuldade de encontrar acompanhamento adequado fez com que a saúde se tornasse um dos principais critérios na hora de escolher em quem votar.

“São 10 anos procurando uma assistência social, uma saúde e alguém que olhe por isso. Eu vim conhecer as propostas do Carlos Bernardo e vi que elas são voltadas à saúde, à assistência social, que é o que a gente precisa”, afirma.

Segundo ela, para mães atípicas, a necessidade de atendimento costuma ir muito além de uma consulta pontual. Muitas famílias precisam de acompanhamento contínuo, profissionais especializados, terapias, assistência social e uma estrutura capaz de atender também quem assume diariamente os cuidados com a criança.

Entre as propostas apresentadas por Carlos Bernardo está a implantação de um Hospital Binacional na região de fronteira. A ideia defendida pelo candidato do União Brasil é ampliar a estrutura de saúde e fortalecer o atendimento à população da região, buscando integrar esforços e recursos para oferecer serviços mais próximos de quem precisa.

“Nós temos uma proposta que é o Hospital Binacional, que vai trazer toda essa estrutura que a gente sempre sonhou, que a gente sempre precisou”, afirma.

Ao explicar sua decisão de apoiar Carlos Bernardo, Nadia diz que espera ver saúde e assistência social ocupando espaço maior nas prioridades políticas.

“Eu conheci as propostas e, assim como eu, convido outras mães atípicas a conhecê-las também. Precisamos nos unir nessa causa”, afirma.

A experiência da mãe pontaporanense ajuda a colocar em evidência uma demanda enfrentada por muitas famílias: a necessidade de políticas públicas que enxerguem as pessoas que dependem de atendimento permanente e também quem dedica a própria rotina aos cuidados.



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