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De lesões e vaias à redenção na Copa: Bellingham decide para Inglaterra e ressurge em 2026
Meio-campista teve sua pior temporada no Real Madrid e sofreu com problemas físicos, mas chega ao ápice com a seleção inglesa na Copa do Mundo
| GLOBOESPORTE.COM / REDAçãO DO GE
Jude Bellingham vive seu ápice com a seleção inglesa na Copa do Mundo de 2026. E isso acontece exatamente na sequência de sua pior temporada com a camisa do Real Madrid, na qual o meio-campista sofreu com lesões e críticas, chegando a ser vaiado no Santiago Bernabéu.
Os seis gols marcados e papel decisivo no mata-mata da Inglaterra na Copa do Mundo marcam redenção do atleta, que volta a justificar o apelido de Belligol. Neste sábado, marcou duas vezes na vitória por 2 a 1 sobre a Noruega, nas quartas de final do Mundial.
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Lesões e vaias no Real Madrid
Depois de chegar com tudo ao Real Madrid, em 2023/24, temporada mais produtiva de sua carreira, com 23 gols marcados, além de 13 assistências, Bellingham viveu decadência em seu clube. Em 2024/25 já produziu muito menos, muito por conta de uma lesão no ombro esquerdo que sofreu ainda na temporada anterior.
O tratamento desta lesão só veio em julho do ano passado, quando ele passou por cirurgia que o tirou dos dois primeiros meses de disputa de 2025/26.
Acontece que, sem participar da pré-temporada e sem ritmo de jogo, Bellingham entrou numa equipe em crise. O Real Madrid teve dois treinadores demitidos e não conseguiu nenhum troféu na temporada.
Jogadores como Vini Jr e Jude Bellingham foram os mais vaiados pela torcida durante os momentos de maus resultados. Kylian Mbappé também não foi poupado nos últimos meses da temporada .
Para piorar a situação, no dia 2 de fevereiro, ele sofreu outra lesão, desta vez no músculo posterior da coxa esquerda. Este problema o tirou de um mês e meio, desfalcando o Real Madrid em nove partidas e o gerando ainda maior falta de ritmo de jogo.
Apesar disso, ele chega à Copa do Mundo em grande forma e vai sendo cada vez mais decisivo. Marcou duas vezes contra o México, nas oitavas de final, quando a Inglaterra venceu por 3 a 2 mesmo com um jogador a menos. E nas quartas voltou a marcar duas vezes sobre a Noruega.