Médica investigada é a 4ª a ter prisão preventiva revogada

Juiz afirma que Olívia Jafar não integra o núcleo que chefia a organização

| LUCIA MOREL / CAMPO GRANDE NEWS


A médica Olivia Paroschi Jafar foi presa em 7 de julho pelo Gaeco. (Foto: Juliano Almeida)

A médica Olívia Paroschi Jafar é a quarta investigada da Operação Gutenberg a conseguir a revogação da prisão preventiva. A advogada dela, Estella Bauermeister, informou que o juiz que determinou a substituição por medida cautelar entendeu que ela “não integra o núcleo que chefia a organização'. Ela foi solta no fim da tarde de ontem.

Conforme Bauermeister, Olívia “sempre desenvolveu suas atividades profissionais exclusivamente na medicina, profissão da qual retira, de forma lícita e independente, o seu sustento'. Não foram informadas quais medidas cautelares ela deverá cumprir, mas, entre as que podem ser determinadas, está o uso de monitoramento eletrônico.

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Ao todo, 16 mandados de prisão foram expedidos, sendo que um está pendente de cumprimento porque o publicitário Heyder Bartz está foragido. Outros quatro presos, contando com Olívia, foram soltos mediante medidas diversas do encarceramento. São eles: Geancarlo Leal de Freitas, Joatan Gomes Peixoto e Jessyca Duarte Burgatt.

Todos eles, conforme investigação do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), receberam valores, servindo como intermediários dos pagamentos entre a Editora Avante e integrantes do esquema. Na maioria das vezes, eles emprestaram suas contas bancárias para despistar quem seria o verdadeiro recebedor da quantia.

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