Professora pede para amigo arrumar celular e ele furta R$ 30 mil de contas

Rapaz de 29 anos teria confessado o crime e alegado ser viciado no "Jogo do Tigrinho"

| ANA PAULA CHUVA / CAMPO GRANDE NEWS


Pessoa jogando em plataforma de aposta (Foto: Ilustrativa | Reprodução | TV Globo)

Professor de 35 anos sofreu um prejuízo de R$ 30 mil ao pedir para um amigo trocar a tela de seu celular. O caso aconteceu em Batayporã, distante 310 quilômetros de Campo Grande, entre os dias 23 e 25 de dezembro, e o rapaz confessou ter furtado o dinheiro por ser viciado no jogo do “Tigrinho'.

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Professor sofre prejuízo de R$ 30,5 mil após confiar celular a conhecido para conserto em Batayporã, Mato Grosso do Sul. O suspeito, que tinha acesso à senha do aparelho, realizou diversas transações bancárias não autorizadas entre 23 e 25 de dezembro. Ao ser confrontado, o homem confessou ter usado o dinheiro para apostar no jogo 'Tigrinho', no qual é viciado. O caso foi registrado como furto qualificado com abuso de confiança. Entre as transações identificadas estavam transferências via Pix, compras no débito e pagamentos diversos.

De acordo com o boletim de ocorrência, o rapaz já havia trabalhado em lojas especializadas e, por ser seu conhecido, a professora decidiu contratá-lo para trocar a tela do iPhone. A professora concedeu a senha para o desbloqueio da tela, que era a mesma usada para acessar o aplicativo bancário.

Ao tentar usar o cartão de débito, a mulher descobriu que estava com saldo insuficiente. Ela emitiu o extrato bancário e confirmou que, entre os dias 23 e 25 de dezembro, foram feitas diversas transferências e pagamentos, período em que o aparelho estava com o suspeito.

Entre as transações identificadas estavam transferências via Pix, compras no débito, diversos pagamentos e uma transferência de R$ 2 mil para uma plataforma de apostas. Ao ser confrontado pela professora, o homem teria admitido o crime e alegou ser viciado no “Jogo do Tigrinho'.

A mulher procurou a delegacia da cidade e o caso foi registrado como furto qualificado com abuso de confiança. O prejuízo foi de R$ 30,5 mil.

(*) Com informações Jornal da Nova.



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