Quadrilha da bola cita nomes da política como 'chupim' e '171'

| INFORMATIVOMS / CAMPO GRANDE NEWS - ANAHI ZURUTUZA E CAROLINE MALDONADO


Franciso Cezário, um dos 12 denunciados após Operação Cartão Vermelho. (Foto: Arquivo)

Timão - Dois nomes da política estadual são citados pela “quadrilha da bola' em conversas interceptadas durante a investigação que levou à cadeia Francisco Cezário e denunciou outros 11 por esquema de desvios na Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul. Diga-se de passagem, um time completo com técnico e tudo.

Chupim 171 - De maneira nada cordial, os citados são chamados de “171' e “chupim'; um deles teria recebido dinheiro para “ficar quieto'. O bate-papo grampeado foi entre o sobrinho de Cezário e “tesoureiro' informal do timão, Umberto Alves Pereira, também preso durante a Operação Cartão Vermelho, e um amigo.

Fonte do Gaeco – Além de interceptações telefônicas, análise das contas bancárias dos alvos e trabalho em campo, a denúncia do Gaeco (Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado) também se baseou em pesquisas feitas em “fontes abertas'. Uma delas é o Campo Grande News. Pelo menos três matérias do jornal foram citadas na peça assinada pelos promotores Gerson Eduardo de Araújo, Tiago Di Giulio Freire, Moisés Casarotto e Antenor Ferreira de Rezende Neto.

Passado – Uma das publicações é de 2021, quando o Gaeco sequer havia aberto investigação para verificar para onde ia o dinheiro da FFMS. A reportagem apontava que Cezário teve o "salário" dobrado, mesmo comandando o "pior futebol do país".



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