Após anúncio de novo aumento na gasolina, postos irão avaliar impacto nas bombas em MS

A gasolina sofrerá alta de R$ 0,12 e o diesel de R$ 0,13 já a partir desta terça-feira (2)

| INFORMATIVOMS / MIDIAMAX


(Foto: Leonardo França)

Após a Petrobras anunciar mais um reajuste no preço da gasolina e do diesel vendidos às refinarias, os postos de combustível irão avaliar os impactos no preço repassados nas bombas em Mato Grosso do Sul. Atualmente o litro da gasolina pode ser encontrado por até R$ 5,69 no Estado.

Conforme o Sinpetro-MS (Sindicato dos Empregados de Postos de Combustíveis e Derivados do Petróleo) ainda não é possível mensurar os impactos que esse novo aumento às refinarias refletirá nas bombas do estado. “Como o mercado é de livre concorrência, cada revendedor tem seus custos diferentes de cada concorrente', disse o sindicato.

Ainda conforme a entidade, o mercado em MS deverá se pronunciar nesta terça-feira (2) sobre o assunto. “Vamos aguardar. Possivelmente amanhã o mercado deve se posicionar [sobre o aumento anunciado pela Petrobras]'.

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Conforme anunciado pela estatal, a gasolina sofrerá alta de R$ 0,12 e o diesel de R$ 0,13 já a partir desta terça-feira (2). A gasolina sofre reajuste de 4,8% e passará a custar R$ 2,60 o litro. Com o reajuste de 5%, o preço médio de venda do diesel para as distribuidoras será de R$ 2,71 o litro.

Além disso, a Petrobras ainda anunciou o aumento no preço médio de venda do gás de cozinha. O GLP (Gás Liquefeito de Petróleo) sofre reajuste de R$ 0,15 e passará a custar R$ 3,05 por kg.

A alta no preço dos combustíveis tem causado reflexos em diversos setores. No dia 22 de fevereiro, segunda-feira passada, motoentregadores de Campo Grande protestaram contra o valor dos combustíveis e os impostos. O valor dos combustíveis não compensa, por isso taxistas e motoristas de aplicativo têm considerado abandonar a profissão. 

O consumo de gasolina pelos motoristas de Mato Grosso do Sul recuou 14,3% em janeiro deste ano, se comparado com o mesmo mês de 2020. A queda se consolida em meio a protestos contra a alíquota de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre o combustível no Estado, hoje em 30%, quinta mais alta do País.

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